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Thé mais ver Maldita demora Tem uma brazuca que costuma dizer ao marido tcheco dela que ela veio do futuro. O material escolar parece de 1930. A Coca Zero, não que me fizesse falta, mas ela só chegou aqui este ano. Burguer King está quaaaase chegando. O leite de soja é aquele natural horroroso, da época que ninguém queria tomar. Cadê o Ades? Mas o pior de tudo é que Batman só estréia em agosto!!!!!
Escrito por Tati Thé às 05h47 [ ] [ envie esta mensagem ] [ link ] Post salada mista Ai.... olha a falta que Lost me faz! Comecei a ver "Pantanal" no Brasil e agora estou acompanhando no youtube. Não sei o que me deu na cabeça. Deve ser nostalgia. Só sei que estou me divertindo horrores com a Juma. E antes que digam que já esperavam isso de mim, que eu assisto um monte de porcaria na TV, fiquem sabendo que eu nunca gostei de novela. Se eu acompanhei duas do começo ao fim, foi muito. Não tenho a menor paciência. *** Umas semanas atrás deu a maior ventania aqui em Praga. Agora eu vi que foi muito pior no resto do país. No caminho para a casa dos avós do Ian, vi um monte de árvores caídas e "decapitadas". Parecia cena pós Katrina. *** Todo mendigo que eu conheço em Praga sabe falar inglês. Não adianta vir com o papo "nemluvím ceský" pra cima deles, que eles já te bombardeiam com expressões gringas. Taí, da próxima vez que minha sogra reclamar de aprender inglês, eu digo que até morador de rua fala melhor do que ela. *** Comi cereja direto do pé. Nham nham. *** Ainda assim prefiro um belo pé de manga. Escrito por Tati Thé às 16h50 [ ] [ envie esta mensagem ] [ link ] Sampa em propaganda tcheca
Tomei um susto quando vi a ponte estaiada, novo cartão postal paulista, em um cartaz no ponto de ônibus. Achei esta foto no site da Skoda. Na foto do cartaz, a ponte estava mais óbvia. Mas dá para perceber que é ela, não? Escrito por Tati Thé às 16h28 [ ] [ envie esta mensagem ] [ link ] Saudades dos meus pets
Toby e seu jeito meigo e molhado de saudar os amigos
Rosinha só bebe água da torneira Escrito por Tati Thé às 15h19 [ ] [ envie esta mensagem ] [ link ] Rápidas da minha viagem a Sampa *Vi quase todo mundo, até amigo que eu não via há anos. Mas por erros crassos de comunicação, não vi minha irmã. Da próxima vez, ela tem que estar na agenda (ela adotou um menino de cinco anos lindo que eu preciso ver!!!) *Minha pele ficou horrível, muito mais suja. Quando a gente sai de Sampa, descobre que nossa cor natural é mais branca do que imaginava. *Definitivamente acredito que a única solução para o trânsito de São Paulo é o suicído em massa de umas oito milhões de pessoas. É só converter o Silvio Santos, o Maluf e a Xuxa à seita de Jim Jones, que esta idéia dá certo. *Os magnatas em Sampa são muito mais felizes que os simplórios ricaços de Praga. É muito luxo para o meu ver, ui. *Agora acredito que há comida boa e barata em Sampa. Conheci, graças à Denise, o restaurante mineiro "Tempero das Gerais". Dá para comer muito bem por menos de 15 reais. E não se engane pelo cardápio: o prato para duas pessoas, serve cinco! Escrito por Tati Thé às 15h59 [ ] [ envie esta mensagem ] [ link ] Cheguei! Oi, pessoas. Cheguei ao Brasil ontem, cinco e meia da madruga. Já dormi umas 16 horas, comi arroz, feijão, bife, macarrão com linguiça, uns cinco pães franceses, coxinha, doce de goiaba com queijo, tomei guaraná e leite de soja. Acho que o regime de engorda vai dar certo (quero ganhar três quilos!). Ah, descobri que ainda não esqueci como se dirige, depois de meses e meses sem pegar no volante. Fora umas gorfadas na hora de brecar, foi tudo bem. Passei no supermercado e comprei várias besteiras. Minha maior frustração foi saber que bebezinho agora só tem uns recheios estranhos de morango e chocolate. Cadê o bebezinho com creme? Dormi com minha gatinha e acordei brincando com o cachorro na cama. Dei uma zapeada na TV e lembrei que no Brasil também há muita gente feia (minha memória seletiva só se recordava de tipos globais). Aquela mulher melancia é feia pra diabo. Ah, e tô achando tudo muito caro.... Escrito por Tati Thé às 18h07 [ ] [ envie esta mensagem ] [ link ] Quase aí Domingo estou chegando no Brasil!!! Estou com medo de deixar o marido sozinho em casa. Não contei aqui no blog: há um mês atrás, ele largou a chama acesa, depois de fritar um ovo. Eu fui perceber quase 24 horas depois. Só não fez um furo na frigideira porque era a chama pequenininha e estava bem fraca. Hoje, eu estava passando roupa, quando comecei a sentir um cheiro de queimado. Cheirei o ferro e não entendi nada. Não podia ser ele. Olho para a cozinha e está lá, uma chama acesa com a panela que meu marido tinha cozinhado salsicha, já seca. Estou tentando convencê-lo a dormir na casa dos pais durante estas duas semanas, pelo bem do nosso patrimônio. Escrito por Tati Thé às 17h47 [ ] [ envie esta mensagem ] [ link ] À brasileira Sábado teve festinha de aniversário da filha de um casal de amigos brasileiros. Ela completou um aninho e é o bebê mais simpático que eu já vi. Do tipo que chora quando as visitas vão embora. Comi muita coxinha, empadinha e risoles. Teve também brigadeiro e beiijinho de copo, mais cajuzinho. Coisas que enjoava comer no Brasil, é um jantar dos deuses por aqui. O marido foi e ficou perdido no meio dos brasileiros, franceses, japoneses, cubanos, etc. Os poucos tchecos que havia, com exceção dele, falavam português. Resultado: ele se enfiou no quarto das crianças e ficou brincando a festa inteira. Depois toca eu aguentar escutar, o tempo todo: "seu marido tem que ser pai, logo! Ele leva muito jeito com as crianças!". Socorro. Escrito por Tati Thé às 17h39 [ ] [ envie esta mensagem ] [ link ] À indiana Quem trabalha fora sabe o quanto enjoa comer em restaurante, todo santo dia. Ainda mais quando não se tem muitas opções ao redor, como é o meu caso. Por isso eu sou da turma das marmiteiras que come na cozinha, papeando com as colegas, depois dá uma voltinha para fazer a digestão. Lá no escritório, na hora do almoço, rola uma evidente divisão entre os estrangeiros e os tchecos. Eu almoço sempre com uma indiana, uma mexicana e uma brasileira, todas de outro projeto. Ah, e agora também com a brasileira que trabalha comigo. É ótimo porque a gente sempre troca impressões sobre os tchecos e divide hábitos dos nossos países. Um dia desses, a indiana me viu comendo feijão e perguntou como eu preparava. Expliquei, como se fosse a coisa mais difícil do mundo, que eu cozinho, depois refogo alho e cebola, jogo parte do feijão, amasso, coloco sal, etc e tal. Depois da explicação, ela soltou um "ah, tah" não muito excitante. Dias depois, ela abre a marmita dela e, para minha ingênua surpresa, era arroz e feijão. Fiquei toda empolgada, disse que parecia comida brasileira e ela riu. Contou que era a comida preferida da filha dela. Só que uma coisa me intrigava: o feijão dela era muito mais bonito do que o meu. Perguntei como fazia e ela explicou que colocava extrato de tomate e curry para temperar. Pô, sacanagem. Primeiro, descubro que arroz e feijão não é unanimidade brasileira. Segundo, descubro que o feijão indiano é muito mais legal. Uma parte de meu orgulho nacional está profundamente ferida :( Escrito por Tati Thé às 16h54 [ ] [ envie esta mensagem ] [ link ] Quando uma palavra errada quase acabou com meu casamento Sabe aqueles comerciais sobre as trapalhadas de quem está aprendedo uma língua estrangeira? Tipo brasileiro que fala "push" para "puxar" e espanhol que ouve que a mulher está embaraçada e pensa que ela está prenha? Pois bem, depois de um tempinho aqui, eu comecei a reparar nos erros que os tchecos fazem quando falam inglês. O erro mais comum, na minha opinião, é a confusão entre "to learn" and "to teach". Em tcheco, assim como no russo, o verbo é o mesmo: "utit". A diferença é que, "estudar", é usado na forma reflexiva "utit se". Meu marido confunde muito "grapes" and "wine". No tcheco, "vino" é tanto uva como vinho. O coitadinho vive dizendo que vai comer umas "wines". Uma outra confusão que os tchecos fazem com o inglês rendeu uma história cômica comigo e meu marido. Nós estávamos vendo aquela velhinha que fala sobre sexo, a Sue, falando sobre vibrador, quando ele se lembra de um episódio: - Ah, eu já vi um vibrador. Era da irmã da minha ex e ela tinha pegado emprestado. Aliás, foi engraçado, nós estávamos no ponto de ônibus e eu estava "wearing" o vibrador e... Opa, opa, opa!!! Pausa dramática. Como assim, "wearing"? Ele estava vestindo? Ou quis dizer usando? Nela? (!) Nele? (!!!!) Eu estava chocada. Pasma. Enojada. Veio uma cena terrível na minha cabeça. E em pleno ponto de ônibus? Eu sabia que os tchecos eram liberais, já vi cenas dignas de filmes eróticos em pleno parque, mas meu marido sempre foi um santo! Eu nunca imaginaria isso dele, nunca! Como ele pôde? Não podia acreditar que aquele era homem com quem eu tinha me casado. Estava pronta para pegar um avião e voltar rapidinho para o Brasil, tamanha vergonha. Meu marido não entendia a indignação: - Não, eu não usei nada! Estava na sacola o tempo todo! - Mas você disse wearing! - É, wearing, na sacola!!!! Segurando, dentro da sacola!!! - Segurando ou wearing? - Não é a mesma coisa? Wearing não serve pra segurar também? Em tcheco é o mesmo verbo... Aí eu contei o que eu pensava que tinha acontecido e a gente se matou de rir. PS - Ah, o fim da história engraçada dele é esta: a ex pegou o ônibus e esqueceu a sacola com ele. Ele chegou em casa, sem saber ainda que o vibrador lá estava. A mãe dele achou e saiu correndo pela casa com a réplica pulsante da genitália masculina na mão. PPS - Aqui eles chamam vibrado de Robertek, ou Robert! Isto me fez lembrar a polemica escolha do nome Braulio!!!! Escrito por Tati Thé às 17h15 [ ] [ envie esta mensagem ] [ link ] Nao assista Assisti ao ultimo Indiana Jones. Nao sei estou velha demais, ou se eh o Harrison Ford que estah velho demais pra fazer este tipo de filme, mas achei uma porcaria. E ainda nao acredito que George Lucas deixou o Spielberg enfiar alienigenas na historia.... Pra piorar, durante boa parte do filme, o som estava adiantado em relacao as imagens. Parecia dublagem mal feita. Pensei que fosse problema da sala de cinema, mas meu marido viu na net gente reclamando em outras partes to pais. Entao, o problema deve ser nas copias... Alguem no Brasil ou em outra parte do mundo, que viu o filme, reparou nisto? Escrito por Tati Thé às 16h04 [ ] [ envie esta mensagem ] [ link ] Blagh Nunca fui contra ao McDonald's. Comia pelo menos duas vezes por mês. É ótimo quando a gente está na correria. Esta semana um "número 1" custou-me um vômito no caminho para casa, uma noite de piriri e 38.7 graus de febre. McDonald's, nunca mais.
Escrito por Tati Thé às 10h14 [ ] [ envie esta mensagem ] [ link ] Finalmente! Voltei de Portugal há quase seis meses e só agora comecei a colocar as fotos no Flickr. Falta postar ainda algumas de Lisboa e Sintra, mas só para terem um gostinho, cliquem aí: http://www.flickr.com/photos/12246660@N02/
Escrito por Tati Thé às 15h58 [ ] [ envie esta mensagem ] [ link ] Incrível Hulk Quando eu era pequena, morria de medo do Hulk, aquele seriado que passava na televisão. A coisa que eu mais temia quando eu abria a porta do quarto do meu irmão, era dar de cara com o Hulk na TV. Eu saía correndo, tinha pesadelos e tudo mais. Agora, anos depois, graças ao Youtube, eu percebo o quão ridículo ele era. Apenas um cara musculoso, pintado de verde e com uma peruca horrosa. Pra quem não conhecia, confira: Escrito por Tati Thé às 11h33 [ ] [ envie esta mensagem ] [ link ] Extensão Ser brasileira me faz ser tão pessimista! Há pouco mais de um ano, quando eu vi a construção do metrô aqui perto de casa, pensei "xiiii.. isto aí vai demooooraaaar". Aí o maridão disse que não, que a gente ia casar, se mudar, e logo o metrô ia ficar prontinho. E disse até quando ia ficar pronto: maio de 2008. Lógico que eu dei risada. Ontem, dia 08 de maio, a estação foi inaugurada. Melhor, estações: inauguraram três de uma vez. Dá gosto viver aqui. Enquanto isso, em Sampa, a linha amarela não sai nunca.... Escrito por Tati Thé às 15h45 [ ] [ envie esta mensagem ] [ link ] |
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